Guía de rodaje de películas para adultos
Synopsis
Guia de Filmagem Adulta
Joana é uma atriz de segunda linha em uma grande produtora de filmes adultos voltados ao público feminino, a WAWA. Sua vida oscila entre os bastidores de estúdios luxuosos, relacionamentos ambíguos com diretores e colegas de trabalho, e a descoberta gradual de que o universo ao seu redor esconde uma trama muito mais sombria do que qualquer roteiro poderia prever. Entre um ator com dupla personalidade, um físico-teórico frio como gelo e um herdeiro de família que orbita entre o poder e o perigo, Joana se vê no centro de um jogo de forças que não escolheu jogar.
Quando segredos sobre tecnologia de clonagem humana e conspirações entre as elites começam a emergir, Joana precisa decidir: sobreviver obedecendo ou arriscar tudo pelo que, e por quem, realmente importa. Uma obra que entrelaça erotismo explícito, thriller corporativo e batalhas psicológicas num ritmo alucinante.
Chapter1
— Socorro... não... por favor...
O pau duro se encaixava no ponto mais profundo da boceta dela, dilatando-a cada vez mais, e a sensação de estar completamente preenchida subia de sua pélvis até seu cérebro. Joana Qiao inclinou a cabeça para trás, expondo o pescoço alvo enquanto soltava um grito agudo e contido.
O homem segurava sua cintura fina com as duas mãos, impulsionando o quadril com força. Seu pau entrava com força em Joana, sumindo e reaparecendo por inteiro em um ritmo frenético. Ele chegou a erguer uma das pernas dela, apoiando-a sobre a mesa, dando uma visão ainda mais devassa daquela cena sob as luzes brilhantes do estúdio.
— Shhh... fique quietinha, eu vou cuidar bem de você... — O homem tinha braços e ombros fortes, com um corpo musculoso que não parecia exagerado. Enquanto sussurrava safadezas ao pé do ouvido de Joana, ele suava sem parar, completamente tomado pelo prazer. — Aaah... tão apertada...
— Me solta... eu não aguento mais...
Os cantos dos olhos de Joana já estavam levemente avermelhados e, após um gemido, seu corpo deu um solavanco repentino. O pau do homem atingiu o colo do útero sensível, e Joana não conseguiu se conter, apertando com força a boceta ao redor do membro que ainda tentava abrir caminho. O corpo do homem também estremeceu e, para a surpresa dela, ele parou de se mover dentro dela.
De repente, o cinegrafista ao lado gritou:
— Corta!
— Hum? O que foi? — Sem entender nada, Joana abriu os olhos. Ela se desligou instantaneamente do papel da estudante sendo violentada, limpando as lágrimas que haviam acabado de escorrer. Mantendo as pernas abertas, olhou curiosa para o homem e para o cinegrafista. — Tem algo errado?
A expressão de Rafael Qin estava fechada, dura como pedra. Em silêncio, ele se retirou de dentro dela, removeu o preservativo e o jogou fora.
O cinegrafista, segurando o riso, disse:
— Ele gozou.
Rafael se virou, furioso:
— Cala a boca! Me dá mais dez minutos!
— Serio?! — Joana não conseguiu se segurar. Enquanto ria, seus seios pequenos e macios balançavam sem parar; ela estava claramente se divertindo. — Meu Deus... Rafael, eu vou rir disso o ano inteiro! Hahaha, nem sabia que era tão poderosa assim... Hahaha!
Ainda rindo, ela pegou o cobertor que o assistente lhe estendeu e se cobriu, com uma expressão clara de triunfo.
Afinal, Rafael Qin era um ator do tipo agressivo muito famoso no ramo dos filmes adultos. Podia não ter transado com várias mulheres, mas certamente era um veterano experiente e muito profissional. Ter feito ele gozar fora do planejado era, com toda certeza, um motivo de orgulho para Joana.
— Joana Qiao! — Rafael rugiu o nome dela entre dentes. Ele se aproximou e arrancou a manta do corpo dela, forçando a abertura de suas coxas como se fosse penetrá-la novamente.
Joana, sem fôlego de tanto rir, tentava empurrá-lo sem forças.
— Não, não... você está tão mole que nem entra mais.
Rafael, é claro, não a tocaria de verdade agora. Na profissão deles, a distinção entre o trabalho e o pessoal era muito clara. Por mais que houvesse intimidade e entrega diante das câmeras, assim que elas eram desligadas, todos voltavam a ser apenas amigos e colegas, sabiam perfeitamente o que podiam ou não fazer; os limites eram bem definidos.
Quando parou de rir, Joana desceu da mesa. Rafael, irritado ao máximo, se sentou no sofá de descanso para esperar seu corpo se recuperar. O cinegrafista ajustava as imagens, enquanto o assistente entregava uma bebida energética para Joana. Ao todo, no set, incluindo os atores, tinha apenas quatro pessoas; nem de diretor precisavam. Na verdade, a empresa WAWA, onde Joana trabalhava, era referência na indústria em termos de qualidade técnica, mas como aquela cena era um extra improvisado e simples, sem diálogos ou roteiro complexo, e ambos eram experientes, o número de funcionários escalados foi reduzido. O próprio Rafael costumava pegar a câmera para fazer alguns closes extremos.
— Ei, você vai amanhã para a gravação na sede? — Joana se sentou à frente de Rafael, apoiando o rosto nas mãos.
— Está falando daquele drama? — Rafael tomou um gole da bebida, abrindo as pernas de forma despojada e exibindo sem pudor o pau grande e ainda flácido. — Acho que tenho uma hora de cena à tarde. Por quê? Você também vai?
— Pois é. O diretor Song me ligou hoje e me escalou para amanhã. Que bom que você vai, nunca filmei na sede, ter um conhecido por lá ajuda muito — respondeu, com um sorriso doce.
Ela não estava mentindo. Embora estivesse na indústria há algum tempo, nunca tinha estourado, talvez por sua imagem ou corpo não serem considerados excepcionais pelos padrões comerciais. Na maioria das vezes, atuava como coadjuvante para os atores que a WAWA promovia. A WAWA sempre focou em produções audiovisuais luxuosas, estéticas e com roteiros elaborados, por isso formava atores de alta qualidade para um mercado mais amplo.
A cena de hoje era apenas um momento de estupro adicionado para dar mais profundidade à série de CEO que Rafael estava gravando.
— Não gosto de filmar na sede. Tem umas mulheres lá que são frescas demais atuando — Rafael franziu o cenho. — Só de ouvir aquelas vozes forçadas, eu já brocho. Posso filmar o tempo que for que não sinto vontade de gozar.
— Rafaelzinho — Joana piscou os olhos, em um tom sugestivo. — Parece que só comigo que você não consegue se segurar, né?
— Câmera! — Rafael gritou antes de agir.
O cinegrafista já estava com o equipamento pronto. Rafael puxou Joana como se fosse uma boneca, arrancando o cobertor e colocando-a no colo. O pau dele, agora completamente ereto e duro como pedra, pressionava entre as nádegas dela. A glande brilhava com a umidade; era o próprio lubrificante de Joana, que já havia ficado excitada no momento em que ele a ergueu.
Rafael pegou um preservativo e o colocou com apenas uma das mãos.
— Isso é jogo sujo! — Joana tentava empurrá-lo enquanto recuava, assustada. O tamanho impressionante do membro de Rafael queimava contra sua pele. Ele soltou os braços que envolviam a cintura dela de propósito e se levantou, forçando Joana a soltar um grito e abraçar o pescoço dele para não cair. — Ah! Você vai me derrubar!
A gravação já havia começado. Aproveitando o beijo no pescoço, Rafael sussurrou ao ouvido dela:
— Joana, dessa vez eu vou te foder até você não aguentar mais!
Como eram filmes voltados para o público feminino, os atores eram proibidos de falar palavrões durante o ato para não causar desconforto às espectadoras. Rafael só podia dizer aquilo baixinho para ela escutar.
Ele deu uma estocada para cima ainda de pé. O pau grande mirou a entrada de Joana e entrou de uma vez. Ela sentiu o peso no quadril e foi penetrada com tanta força que seu torso inclinou-se para trás, desenhando uma curva elegante, como uma lua minguante.
Fundo demais.
Joana soltou um gemido abafado. Rafael continuou a estocar com ferocidade enquanto segurava as nádegas dela e caminhava em direção à mesa. O pau de Rafael era elogiado entre as atrizes da WAWA: quem usava, aprovava e queria repetir. Joana, porém, sentia como se seu ventre estivesse sendo perfurado e derretido pelo calor; ele certamente estava batendo no colo d e seu útero.
— Não! Ah... tão fundo... eu não aguento...
Joana sempre ficava muito molhada nas cenas.
Rafael apertava os seios dela com as mãos grandes enquanto socava com violência. Ela deu um grito agudo e mergulhou em uma onda de prazer avassaladora. Sua lubrificação escorria por suas coxas, e algumas gotas, impulsionadas pelos movimentos de Rafael, pingavam diretamente no chão, os pontos brancos sobre o piso preto eram nítidos.
— Já tá pedindo pra parar? — Rafael alternava entre estocadas profundas e saídas lentas, seguindo o roteiro inconscientemente. — Agorinha você estava toda valente, por que parou de gritar?
Maldito Rafael, não vou esquecer isso!
Joana reclamava internamente, mas por fora mantinha a imagem de fragilidade e colapso, estufando o peito em direção ao rosto dele:
— Por favor... eu faço qualquer coisa...
Rafael sorriu e retirou o membro bruscamente. Ele agarrou os cabelos de Joana e empurrou a cabeça dela em direção à sua virilha, dizendo com um sorriso cínico:
— Chupa.
Em um ângulo que a câmera não captava, Joana deu um beliscão forte na bunda musculosa de Rafael.
Abusado! Adicionando cena por conta própria!
Joana, mesmo contrariada, abriu a boca e acomodou o membro de Rafael com dificuldade. Geralmente, exceto em cenas específicas onde o diretor exigia algo, os atores decidiam os movimentos entre si, e o cinegrafista apenas registrava. Não havia previsão de sexo oral ali; Rafael estava apenas improvisando por estar empolgado.
Joana decidiu que daria o troco. Mantendo a expressão neutra, fingiu ser inexperiente, mas usou a língua e os dentes para raspar de forma provocante as partes mais sensíveis do pau dele. A língua ágil e os dentes brancos trabalhavam em sintonia. Rafael arfou, perdendo a compostura diante da câmera e exibindo uma expressão de puro desejo.
Joana abriu os olhos e encarou Rafael, com um brilho selvagem de desafio.
Como resposta, Rafael apertou o bico do seio esquerdo dela, de tom rosado, e torceu com força. O corpo de Joana tremeu instantaneamente, e um gemido de frustração escapou de sua boca ainda preenchida. Aquele era o seu ponto sensível, a maioria dos atores com quem ela trabalhava não sabia disso, mas Rafael descobriu na primeira vez que filmaram juntos e, normalmente, evitava tocar ali para que ela não ficasse exausta demais durante o trabalho.
Dessa vez, porém, os dois estavam empenhados em uma disputa de técnica. Joana sabia que a gravação precisava de pelo menos vinte minutos. Então pensou com malícia: Espera só, senhor Rafael, vou fazer você gozar antes da hora de novo.
A língua dela começou a explorar a cabeça do pau dele, sugando com um som nítido. Rafael soltou um rosnado baixo, as veias de sua testa saltando pela pressão. Ele puxou Joana, que estava agachada, e a jogou de volta na mesa, abrindo suas pernas e estocando com toda a força.
Que delícia!
Ambos compartilharam esse pensamento em silêncio.
Joana apertava as paredes internas, enquanto Rafael focava exclusivamente nos pontos sensíveis dela. Gemidos e arquejos se misturavam. O suor e os fluidos pingavam da junção dos corpos, e o som dos testículos dele batendo contra as nádegas de Joana ecoava no set como estalos secos. Rafael parou de pensar, de se segurar, fofendo com toda força, indo fundo na boceta de Joana.
Por estarem trabalhando, Rafael teve que transformar o que seria um Vou te foder até você ver estrelas em um comportado:
— Olha... Olha como eu te faço ver estrelas...
O cinegrafista ao lado engoliu em seco e sua calça exibia um volume considerável. Ele trabalhava na WAWA há anos e, tirando o início da carreira, raramente ficava tão excitado durante o serviço.
O assistente, que estava com ele, já havia corrido para o banheiro para resolver o problema sozinho.
Quinze minutos haviam se passado, nesse intervalo, Rafael arrastou Joana para o chão para algumas estocadas e depois a virou para uma penetração por trás. O corpo de Joana era muito sensível e a experiência de Rafael era grande; ela não aguentou e teve um orgasmo real no chão, com direito a jorro de fluido, nada encenado.
Isso fez com que o sorriso de Rafael não saísse do rosto pelo resto da filmagem.
Mas Joana também não facilitou. Rafael sentia que estava prestes a explodir e a próstata incomodava levemente por segurar o gozo por tanto tempo. Ele confiava apenas em seus anos de experiência para manter o controle. Estava surpreso; Joana não era a mais bonita nem tinha os maiores seios, mas por que foder com ela era tão viciante?
A boceta dela era quente e apertada, úmida, parecia uma boquinha faminta que o envolvia. Rafael percebeu que ela era mais viciante do que qualquer outra atriz com quem já tinha trabalhado.
Ele acelerou o ritmo instintivamente. Joana já estava quase derretida; seus suspiros fracos eram mais excitantes do que qualquer palavra obscena. Rafael quase cedeu ao impulso de arrancar o preservativo e gozar dentro dela.
Ele chegou ao limite, sentindo que estava prestes a explodir. Seus músculos lombares e das pernas ficaram tensos, e o suor escorria em gotas grossas. Finalmente, completaram os vinte minutos. Rafael não tentou ser profissional e prolongar a cena como de costume; assim que o tempo deu, ele descarregou tudo com um gemido rouco e longo.
Foi um urro de verdade. Ele apertou Joana contra o peito enquanto o pênis pulsava dentro dela. Mesmo através do preservativo, Joana sentiu o calor do jato como se estivesse sendo derramado diretamente em seu corpo.
— Corta! — O cinegrafista gritou e correu para os fundos cobrindo a virilha.
Joana e Rafael ficaram abraçados, tentando recuperar o fôlego.
Rafael aproveitou que não havia ninguém olhando e apertou os seios dela. Depois que a gravação terminava, aquilo poderia ser considerado assédio, mas como ainda estavam conectados lá embaixo, Joana nem se deu ao trabalho de reclamar.
— Joana, Joana... qual seu próximo trabalho? Quero fazer dupla com você de novo.
— Vá para o inferno... — Joana bateu na mão dele, sem forças. — Nunca mais filmo com você. Quase perdi os sentidos... se for assim todo dia, é melhor eu me aposentar logo.
— Se você se aposentar, me procura. Eu te sustento.
— Cai fora...
Latest Chapters
Olá a todos, aqui é a Xiaoshuozhizaoji.
Peço desculpas por ter sumido por mais
Depois da proibição expressa, Lucas Zhou finalmente parou de tocar no assunto de laços de sangue
Joana Qiao olhava para a paisagem que passava rapidamente pela janela, enquanto ruminava em silê
Um silêncio de alguns segundos se instalou no quarto depois que Joana falou.
—







