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Rejeitada pelo Alfa, Escolhida pelo Rei

Rejeitada pelo Alfa, Escolhida pelo Rei

更新時間: 2026-09-29 01:41:31
語種:  Português4+
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简介

Durante três anos, Sabrina Ribeiro de Alencar escondeu quem era e viveu como companheira predestinada de Dário, até descobrir que não passava da substituta de Camila. Traída e humilhada, ela rompe o vínculo, recupera sua independência e volta para a família e para a medicina. Mas seu noivado arranjado com Caio Farias, o temido Rei Licano, revela uma verdade impossível: ele é seu verdadeiro companheiro predestinado. Entre ciúmes, traições, sabotagens médicas, conspirações reais e um ataque na cerimônia de marcação, Sabrina precisa assumir seu lugar como herdeira, Curandeira-Chefe e futura rainha. Ela achou que fosse apenas uma sombra. Ele provou que ela era a única. Agora, entre a rejeição do passado e a coroa do futuro, Sabrina terá de escolher em quem confiar — antes que o inimigo ataque novamente. O amor sobrevive à violência, mas a união formal e o complô contra a realeza licana ainda aguardam desfecho.


章節1

Sabrina Ribeiro de Alencar passou três anos em Serra Lunar escondendo sua verdadeira identidade como órfã, enquanto vivia como companheira predestinada de Dário Tavares de Albuquerque e suportava ser tratada como substituta doméstica e sexual de Camila Ramalho. Quando a antiga paixão de Dário retorna, a negligência, a infidelidade e a humilhação pública finalmente fazem Sabrina romper o vínculo de companheiros, recuperar sua independência e voltar para a família e a carreira médica que abandonou.

Seu noivado arranjado com Caio Farias, o poderoso Rei Licano que a conhece desde a infância, começa como uma fuga, mas muda quando Esmeralda Bittencourt revela que Caio é o companheiro verdadeiro de Sabrina. Enquanto ela assume seu lugar como filha mais velha de Rodrigo Ribeiro de Alencar, herdeira da Alcateia Ribeiro de Alencar e Curandeiro-Chefe, Sabrina e Caio enfrentam ciúmes, traições, sabotagens médicas, conspirações reais e um ataque durante a cerimônia de marcação. O amor dos dois sobrevive à violência e às ameaças, mas a união formal e o complô contra a realeza licana ainda aguardam seu desfecho.

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Capítulo 1

Ponto de vista de Sabrina

Eu estava montada em Dário, os seios balançando enquanto cavalgava seu corpo com força. Mantinha as mãos espalmadas sobre o peito dele para ganhar apoio, e meu cabelo caía em ondas indomáveis pelos ombros. Seu membro me preenchia por inteiro, esticando-me a cada investida profunda.

— Porra, Sabrina... — gemeu ele, mas havia uma distância estranha na voz.

As mãos dele apertaram minhas nádegas, guiando meus movimentos enquanto eu esfregava o quadril contra o seu. Sentia cada centímetro deslizar para dentro e para fora da minha boceta molhada, mas os olhos dele continuavam se desviando dos meus.

— Olhe para mim — ordenei, segurando seu rosto com rudeza.

O olhar dele voltou depressa. — Você é linda pra caralho.

As palavras deveriam ter acendido meu desejo, mas soaram vazias. Afastei aquele pensamento e passei a cavalgar com mais força, fazendo meu clitóris roçar no osso pélvico dele a cada descida e espalhar faíscas pelo meu corpo.

De repente, ele nos virou, e soltei um suspiro quando prendeu meus pulsos acima da cabeça. Seu peso me afundou no colchão enquanto investia contra mim com uma força renovada. Enlacei as pernas na cintura dele, enterrando os calcanhares na lombar.

— Mais forte — gemi, inclinando o quadril para recebê-lo mais fundo.

Dário obedeceu. O membro dele atingiu aquele ponto perfeito dentro de mim, fazendo minha visão ficar turva. Minha boceta se contraiu avidamente ao redor dele, faminta por mais atrito.

— Dário... estou quase lá... — Minha respiração saía entrecortada.

— Eu também... — respondeu. As estocadas ficaram descompassadas, mas havia algo mecânico em seus movimentos.

A pressão se acumulou no baixo-ventre, aquele aperto conhecido que fazia meus dedos dos pés se curvarem contra os lençóis. Meus mamilos estavam rígidos contra o peito dele enquanto Dário investia sem parar. Quando comecei a vacilar à beira do clímax, sussurrei as palavras que repetia havia anos.

— Marque-me... por favor, marque-me agora...

Ele parou no meio do movimento, ainda enterrado profundamente em mim. A hesitação durou apenas alguns segundos, mas senti-a como um jorro de água gelada.

— Sabrina, nós já conversamos sobre isso... Quero fazer primeiro uma cerimônia de marcação de verdade.

A decepção desabou sobre mim, mesmo enquanto meu corpo implorava por alívio. — Mas eu quero ser completamente sua...

— Você é minha... só me deixe planejar algo especial, está bem?

Talvez ele realmente queira me oferecer uma cerimônia de marcação perfeita... Convenci-me disso, escolhendo a esperança em vez da dúvida que crescia dentro de mim.

Dário retomou o ritmo, e chegamos ao clímax juntos. Minha boceta espasmou ao redor dele quando gozou dentro de mim, enchendo-me com seu líquido quente. Arqueei as costas para fora da cama enquanto o prazer desabava sobre mim em ondas.

Depois, aninhei-me contra o peito dele, enquanto sua mão acariciava meu cabelo distraidamente. Os dedos percorriam os fios, mas seus olhos permaneciam fixos no teto, como se tentasse resolver uma equação complicada.

— No que você está pensando? — Desenhei círculos sobre a pele dele.

— Em nada importante... Coisas do trabalho. — A voz saiu tensa.

— Você trabalha demais. Talvez devêssemos tirar férias em breve?

— É... talvez.

A conversa morreu ali. Eu queria insistir, perguntar por que ele andava tão distraído, mas o cansaço já me puxava para o sono. Em vez disso, deixei a lembrança me levar de volta ao começo de tudo.

Três anos antes, eu ainda era Sabrina Ribeiro de Alencar, filha de Rodrigo Ribeiro de Alencar, Alfa da Alcateia Ribeiro de Alencar. Meu pai queria que eu aceitasse um casamento arranjado com Caio Farias, o Rei Licano. Recusei-me a virar uma peça nas mãos da política e fugi depois de uma briga enorme com papai. Cheguei a Serra Lunar com uma identidade nova, dizendo a todos que era órfã. Foi lá que conheci Dário, o Alfa da Alcateia dos Espinheiros.

Reconhecemos quase de imediato que éramos companheiros predestinados. Durante três anos, acreditei ter encontrado meu felizes para sempre. É verdade que ele sempre dizia querer esperar o momento perfeito para me marcar, mas eu acreditava que aquilo era apenas romantismo.

Quando Dário se levantou para tomar banho, decidi surpreendê-lo com um lanche noturno. Vesti uma camisa social larga dele e desci silenciosamente até a cozinha. Preparar um sanduíche para ele e aquecer leite pareceu algo doméstico, simples e certo.

Levei a bandeja de volta para o andar de cima e me inclinei para colocá-la sobre a escrivaninha. Meu cotovelo bateu sem querer no trackpad do laptop. A tela se acendeu, e uma janela de conversa surgiu no canto. Mensagens de alguém chamada Camila Ramalho preencheram a tela. Meu coração parou. A bandeja escorregou dos meus dedos, de repente dormentes, e caiu sobre a escrivaninha com um baque suave.

— Dário, voltei. Meu voo pousa às 2:30 AM de amanhã no Aeroporto de Serra Lunar. Você vem me buscar?

— Pensei em você todos os dias desde que parti. Fui uma idiota por escolher minha carreira em vez de você.

— Tentei sair com outros homens, mas nenhum deles conseguiu me fazer sentir o que você me faz sentir... em todos os sentidos.

— Eu sei que magoei você, mas meu corpo nunca se esqueceu do seu. Preciso que me perdoe... e preciso que transe comigo como antigamente.

— Não estou usando nada por baixo deste vestido. Quero que me pegue assim que estivermos a sós.

Cada mensagem me atingiu como um golpe físico. Mas o que me destruiu por completo foi ver a resposta de Dário surgir em tempo real. Ele estava digitando do chuveiro.

— Camila, só quero saber uma coisa: você ainda me ama?

O contraste me atingiu como água congelada. Dário costumava ignorar minhas mensagens por horas, alegando que estava ocupado ou que tinha esquecido. Mas ali estava ele, respondendo a ela na mesma hora, enquanto a água escorria sobre seu corpo nu.

Ele não está ocupado demais para responder. Eu é que não sou importante o bastante para merecer uma resposta imediata.

A resposta dela chegou segundos depois: — Sim, só amo você.

Então veio a última mensagem dele: — Ótimo. Vou buscar você.

Meu mundo tombou para o lado. Minimizei depressa a janela da conversa e me afastei do laptop, com as mãos tremendo.

Senti o peito se fechar, como se estivesse desabando por dentro. Cada respiração doía. Cada batida do coração parecia rasgar alguma coisa em mim.

Desci cambaleando até a cozinha, ainda segurando a bandeja com o sanduíche e o leite que havia preparado para ele. Coloquei-a sobre o balcão e fiquei olhando para a comida feita com tanto cuidado. Agora, ela parecia inocente e patética.

Peguei o sanduíche e dei uma mordida. Depois, outra. Obriguei-me a comer cada migalha e a beber até a última gota do leite que havia aquecido para ele.

As lágrimas escorreram pelo meu rosto, misturando o sal à doçura que ainda havia na minha língua. Engolir cada pedaço era como engolir vidro quebrado, mas continuei até não sobrar nada.

Como eu pude ser tão estupidamente idiota? Meu Deus, o jeito como ela escrevia para ele... como se fosse dona dele, como se eu estivesse apenas mantendo a cama aquecida até ela decidir voltar.

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