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O bebe perdido do CEO

O bebe perdido do CEO

Cập nhật lần cuối: 2026-06-12 01:51:21
By: Evy
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Tóm tắt

Claire Dawson nunca imaginou que uma única noite mudaria toda a sua vida.


Aos vinte e três anos, criada por pais rígidos e sufocantes, ela se permitiu viver pela primeira vez ao conhecer Alexander Blake, um homem intenso, poderoso e irresistível, em uma festa luxuosa no Eclipse. O que deveria ser apenas uma noite inesquecível se transformou em uma consequência impossível de esconder: Claire estava grávida.


Expulsa de casa, sem dinheiro, sem apoio da família e sem conseguir encontrar Alexander, ela reconstruiu a própria vida com a ajuda da melhor amiga. Cinco anos depois, Claire é mãe de Theo, um garotinho doce de olhos azuis e cabelos escuros, e luta para crescer como arquiteta em Nova York.


Mas o passado retorna quando o maior contrato de sua carreira a coloca frente a frente com o CEO da Blake Enterprises.


Alexander não se lembra dela de imediato, mas sabe que há algo em Claire que o perturba. Ela foge, se esquiva e guarda um segredo capaz de destruir todas as barreiras entre ele


Chương1

O salão principal do Eclipse, o clube mais exclusivo da cidade, estava repleto de pessoas sofisticadas. O som de uma música eletrônica sensual preenchia o espaço, as luzes dançavam em tons de roxo e dourado, enquanto taças de champanhe eram erguidas em meio a risadas abafadas. Claire entrou no ambiente com um passo hesitante, mas determinado.

Seu vestido preto de seda brilhava sob as luzes, ajustando-se como uma segunda pele e delineando suas curvas de maneira elegante. As alças finas destacavam seus ombros delicados, e o decote profundo exibia a pele suave e pálida de seu colo. Ela usava brincos pequenos de brilhantes e um colar fino que repousava exatamente no ponto onde sua clavícula se acentuava, um detalhe sutil que atraía olhares.

Claire segurava uma taça de champanhe enquanto caminhava ao lado de Sarah, sua melhor amiga, que parecia muito mais à vontade no ambiente.

“Relaxa, Claire. Isso não é um tribunal. É só uma festa,” Sarah brincou, apertando de leve o braço da amiga.

Claire forçou um sorriso, sabia que Sarah tentava animá-la, mas sair da rotina não era fácil. Como arquiteta em ascensão, sua vida girava em torno de projetos e prazos. Esse tipo de ambiente descontraído estava longe de ser o seu forte.

Mal sabia ela que, do outro lado do salão, Alexander Blake a observava.

Seu terno preto perfeitamente ajustado, parecia ter sido esculpido à mão para exalar autoridade e charme. A camisa branca ligeiramente aberta revelava um pouco de sua pele bronzeada e a linha do pescoço bem definida. Seus cabelos negros, levemente desalinhados de maneira proposital, combinavam perfeitamente com a barba cerrada que definia sua mandíbula. Mas o que realmente o tornava impossível de ignorar eram seus olhos – um azul-acinzentado que parecia penetrar qualquer fachada.

Segurava um copo de uísque com a mão firme e descansava no balcão do bar, sua postura descontraída contrastando com a intensidade de seu olhar. Quando viu Claire, seus lábios curvaram-se em um sorriso de canto, algo entre o divertido e o predatório.

Claire sentiu o olhar antes mesmo de vê-lo. Um arrepio percorreu sua espinha, e quando finalmente seus olhos encontraram os dele, foi como se o ar ao redor tivesse ficado mais denso, tentou desviar o olhar, mas falhou.

Sarah notou. “Quem é aquele pedaço de perfeição olhando para você como se quisesse devorar seu jantar?”

Claire corou. “Ninguém. Só alguém distraído, eu acho.”

“Distraído nada. Esse homem está literalmente te despindo com os olhos.”

Antes que Claire pudesse responder, Alexander já estava a caminho, com uma confiança despretensiosa, passos calculados, como se soubesse que todos os olhos estavam nele – e estavam.

“Boa noite, senhoritas,” disse, a voz grave e sedutora, carregada com uma naturalidade que fazia Claire perder o fôlego. Olhou diretamente para ela. “Posso interromper por um momento?”

Claire abriu a boca para responder, mas Sarah foi mais rápida. “Claro! Eu já estava indo buscar outro drink de qualquer jeito,” piscou discretamente para a amiga antes de desaparecer na multidão.

Sozinha com Alexander, Claire sentiu a intensidade de sua presença. Ele era mais alto do que ela imaginava, e o cheiro do perfume amadeirado que usava era hipnotizante.

“Você parece desconfortável,” observou, inclinando-se ligeiramente para falar perto do ouvido dela.

“E você parece muito observador,” Claire retrucou, tentando esconder o nervosismo.

Alexander riu baixo, um som profundo que fez o coração dela acelerar. “A observação é uma habilidade útil. Por exemplo, eu sei que você não é o tipo de pessoa que costuma frequentar festas como esta.”

Ela arqueou uma sobrancelha. “E o que te faz pensar isso?”

“Seu olhar,” respondeu, apontando para os olhos dela com um gesto discreto. “Você observa o ambiente como se estivesse analisando algo – ou alguém. Não está aqui para se divertir. Está aqui porque sente que precisa estar.”

Claire engoliu em seco. Ele estava certo, e isso a deixou desconcertada.

“Talvez eu esteja apenas tentando relaxar depois de uma semana longa,” rebateu, tentando recuperar o controle.

Alexander sorriu, inclinando-se um pouco mais. “Então, vamos fazer isso direito. Aceita uma dança?”

Hesitou por um momento, mas a intensidade em seus olhos e a proximidade o tornavam irresistível. “Por que não?”

Segurou a mão dela com firmeza, mas de maneira gentil, conduzindo-a para a pista de dança. A música que tocava era lenta, sensual, com batidas graves que pareciam sincronizar com os batimentos do coração de Claire.

Quando Alexander a puxou para perto, Claire sentiu o calor de seu corpo através do tecido fino do vestido. Ele colocou uma mão na cintura dela, e a outra segurou a dela em um gesto seguro.

“Você sempre é assim?” perguntou, olhando-o com uma mistura de curiosidade e provocação.

“Assim como?”

“Confiante. Intenso. Como se soubesse exatamente o que as pessoas querem ouvir.”

Alexander inclinou a cabeça ligeiramente, os lábios curvando-se em um sorriso enigmático. “E o que acha que quero dizer a você, Claire?”

O som do nome dela em sua boca enviou um arrepio pela espinha dela.

“Talvez eu não queira descobrir,”  respondeu, desafiadora.

“Ou talvez você já saiba e só esteja tentando resistir,” rebateu, a voz baixa e carregada de significado.

Ela riu, mas era um riso nervoso. “Você é perigoso.”

“E você, irresistível,” provocou, sem hesitar, os olhos fixos nos dela.

Claire sentiu as palavras como uma corrente elétrica, sua respiração ficando irregular enquanto ele continuava a conduzi-la na dança. Cada movimento era calculado, cada toque parecia incendiar sua pele.

“Você sempre fala assim com mulheres que encontra em festas?” alfinetou, tentando esconder o quanto ele a estava afetando.

“Não,” retrucou, sério. “Mas você não é como as outras.”

O coração de Claire deu um salto, ssabia que era um clichê, mas o modo como disse, como seus olhos brilhavam enquanto falava, fazia parecer verdade.

Quando a música terminou, Alexander não se afastou imediatamente. Ficaram ali, próximos, os rostos a poucos centímetros de distância. Podia sentir o cheiro do uísque em sua respiração, misturado ao perfume inebriante que usava.

“Eu deveria ir,” Sua voz não tinha convicção.

“Ou você poderia ficar,” Alexander sugeriu, o tom carregado de uma promessa silenciosa.

Por um momento, ponderou. Todo o seu corpo gritava para aceitar. E, antes que pudesse pensar demais, deixou-se levar pelo impulso.

“Talvez por mais um pouco,” cedeu, em um sussurro.

O sorriso de Alexander era puro triunfo, ofereceu o braço para ela, e ela aceitou.

Aquela noite seria inesquecível.

***

Alexander não tinha planos para chegar tão longe, aquilo era algo que precisava admitir. Mas algo parecia atraí-lo para cada vez mais perto de Claire, e a última coisa que queria fazer era resistir.

A dança ocupou boa parte da noite dos dois, junto a bebidas e conversas sussurradas em uma das mesas mais afastadas do salão. Claire foi colocada na área vip e, apesar de estar preocupada com Sarah, viu a amiga de longe acenando animada.

Não imaginava algo diferente vindo de Sarah, ela sempre quis que Claire vivesse uma vida mais livre pelo menos um pouco.

Mas as coisas evoluíram rápido demais.

Quando deram por si, os beijos deixaram de ser suaves, as roupas estavam incomodando e, por fim, Claire se viu prensada contra a porta de um dos quartos na área vip do Eclipse.

“Não devia estar fazendo isso… Acabamos de nos conhecer e…”, era virgem, esse era o maior problema.

Seus pais sempre foram muito rígidos e religiosos, se soubessem o que estava fazendo agora…

“Se quiser… Podemos parar aqui…”, Alexander garantiu, beijando seu  pescoço, sentindo o doce perfume que Claire tinha. “Não precisa ficar, se não quiser.”

Mas queria que ela quisesse ficar, não podia negar como seu corpo estava quente e como tudo parecia certo. Mesmo que houvessem acabado de se conhecer.

“Eu não…”, começou, mas sua voz sumiu no momento em que ele voltou a beijar seus lábios, colando seus corpos.

As mãos de Alexander subiram pela cintura de Claire e logo alcançou seus seios macios, massageando por cima do belo vestido antes de segurar as alças e puxá-las para baixo, fazendo-a gemer em surpresa.

“Então relaxe…”, sussurrou, descendo os lábios para os seios, chupando-os com vontade. “Você é tão gostosa…”

Nunca tinha ouvido palavras assim de um homem, nunca esteve tão perto de alguém. Era tão diferente, mas, a essa altura, Claire só queria mais, sentir mais, ser tocada com mais força.

“Você gosta?”, a pergunta trouxe-a de volta ao mundo real e, quando abaixou os olhos , o viu ajoelhado entre suas pernas.

Antes que respondesse, Claire gemeu novamente, agora mais alto, quando sentiu os dedos de Alex tocarem sua ****** com lentidão.

“Responda, querida…”, ordenou, afastando a calcinha dela e a tocando com mais intensidade.

“Eu gosto…”, respondeu, ofegante, sentindo as bochechas coradas, estava com muita vergonha, mas também sentia uma excitação que nunca sentiu antes.

“Estamos apenas começando, Claire…”


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