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Nosso Reino Violento

Nosso Reino Violento

Cập nhật lần cuối: 2026-04-02 01:42:31
By: WaifuWarrior
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Tóm tắt

Nas sombras iluminadas ao néon de Nova Orleans, Seraphina Gallo é a rainha de sua própria gaiola dourada, com regras absolutas. Cian O'Malley é o fantasma que governa as ruas, um rei acostumado a tomar o que quer. Seu primeiro encontro é uma declara??o de guerra. Ele viola suas muralhas; ela exige sua submiss?o. Mas um inimigo comum os for?a a uma alian?a perigosa. Ela oferece segredos; ele oferece prote??o. Numa cidade onde o derramamento de sangue é negócio, seu jogo mortal de gato e rato acende uma paix?o capaz de incendiar todo o reino. Quando se faz um acordo com o diabo, n?o se espera se apaixonar pelo rei.


Chương1

O ar no French Quarter, em Nova Orleans, estava carregado com o perfume das magnólias e o peso de segredos ancestrais, mas dentro do The Gilded Cage o único cheiro que se sentia era o do poder. Seraphina Gallo — Sera para os poucos em quem confiava — estava parada na varanda de seu camarote privativo, observando a chuva lavar as ruas da cidade. Sua casa noturna era o único pedaço de terra neutra em uma cidade retalhada por lobos. Dentro daquelas paredes, suas regras eram a lei. Nada de sangue. Nenhum negócio sem a sua parte. Nenhum desrespeito.

Naquela noite, sua regra mais importante havia sido quebrada.

Elena, sua braço direito, apareceu ao seu lado com uma expressão sombria. — Ele ainda se recusa a sair, Sera. Os O’Malley.

Seraphina não se virou. — E o pacote?

— Protegido. Mas Cian O’Malley não é homem de aceitar um não como resposta. Ele está no salão principal com uma dúzia de seus fantasmas, exigindo que entreguemos o homem que buscou refúgio aqui.

Cian "O Fantasma" O’Malley. O herdeiro e executor do sindicato irlandês mais poderoso da cidade. Um homem que se movia com a letalidade silenciosa de uma tempestade de inverno. Sera vinha evitando um conflito direto com ele há anos. Naquela noite, a trégua havia chegado ao fim.

Ela alisou o vestido de seda, uma coluna de escuridão líquida contra sua pele pálida. — Diga aos meus homens para manterem suas posições. E informe ao Sr. O’Malley que concederei uma audiência a ele.

Quando Seraphina desceu a grande escadaria, a energia vibrante do clube havia se transformado em um silêncio tenso. No centro do salão estava Cian, cercado por seus homens. Ele parecia ainda mais imponente pessoalmente — alto, de ombros largos, com olhos da cor de um lago congelado e uma imobilidade que prometia violência. Ele encarava um homem aterrorizado que se encolhia atrás dos guardas de Sera.

— Seraphina Gallo — a voz de Cian era um estrondo baixo, desprovido de qualquer calor. — Aquele homem é um traidor que custou milhões à minha família. Ele me pertence. Entregue-o para mim.

Sera parou no último degrau da escada. Sua expressão era serena, quase entediada. — Bem-vindo ao The Gilded Cage, Sr. O’Malley. Parece que o senhor não está familiarizado com as minhas regras. Nenhum sangue deve ser derramado no meu chão. Seus assuntos terminam na minha porta.

Um brilho perigoso surgiu nos olhos de Cian. — Eu não dou a mínima para as suas regras.

Ele deu um passo à frente, mas, em um roçar de seda quase inaudível, uma dúzia dos homens de Sera materializou-se das sombras, com armas à mostra. Os capangas de Cian ficaram tensos, levando as mãos aos próprios coldres.

— Este é o meu reino, Cian — disse Sera, sua voz baixando de tom, mas ecoando pelo salão com uma autoridade gélida. — E no meu reino, a palavra da rainha é absoluta. Você quebrou minha primeira regra ao trazer armas para o meu estabelecimento. Quebrou a segunda ao tentar conduzir negócios aqui. Por isso, há um preço.

Cian a encarou, o predador nele reconhecendo outro da mesma espécie. Ela não era apenas a dona de uma boate. Ela era uma governante.

— Qual é o preço? — rosnou ele.

— O homem que você está caçando — Sera disse calmamente. — Eu o entregarei a você, vivo, amanhã ao meio-dia. E, em troca, você pagará uma taxa por sua... transgressão de hoje. Digamos, meio milhão. Pelos danos.

Um músculo saltou no maxilar de Cian. Meio milhão apenas por cruzar a porta dela? A audácia era de tirar o fôlego.

Ele a observou por um longo e carregado momento. Aquela mulher era feita de aço envolto em veludo. Ela não estava negociando. Estava ditando os termos.

Lentamente, um sorriso cruel e apreciativo surgiu nos lábios dele. — Temos um acordo, Srta. Gallo. — Ele se voltou para seus homens. — Estamos saindo.

Ao passar por ela em direção à saída, ele parou, inclinando-se para que apenas ela pudesse ouvir. — Você joga um jogo perigoso.

— São os únicos que valem a pena jogar — sussurrou ela de volta, sem recuar um milímetro diante da proximidade dele.

Ele partiu sem dizer mais nada, mas a guerra já havia sido declarada. Ele invadira o território dela, e ela respondera à força dele com sua própria vontade inabalável. O primeiro movimento naquele violento tabuleiro de xadrez fora feito.

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