SeaArt AI Novel
APP
Hogar  / Faz-me Gemer, Daddy
Faz-me Gemer, Daddy

Faz-me Gemer, Daddy

Última actualización: 2026-07-28 06:12:54
By: Gypsop61190
Completado
Idioma:  Portugués4+
3.0
21 Clasificación
110
Capítulos
388.1k
Popularidad
140.6k
Total de palabras
Leer
+ Añadir a la biblioteca
Compartir:
Informe

Sinopsis

Reina Moretti vive em uma gaiola de ouro. Casada com Paulo Gravano, ela suporta dois anos de negligência e frieza em um casamento de fachada. Mas nas sombras da mansão da família, olhos poderosos a observam. Domênico Gravano, seu sogro e o implacável patriarca do crime, não é um homem que aceita o desperdício — e ele decidiu que Reina pertence a ele.


O que começa como uma obsessão silenciosa explode em um jogo perigoso de dominação e submissão. Entre sussurros proibidos e encontros clandestinos, Reina é levada ao limite de seus desejos mais sombrios. Ela aprenderá que, no mundo dos Gravano, a liberdade tem um preço, e o prazer absoluto só vem quando ela se rende ao homem que agora chama de 'Daddy'.


Capítulo1

POV Reina

Eu não entrei no chuveiro porque precisava me limpar.

Entrei ali porque meu corpo pulsava. Latejava. Estava tão molhada entre as pernas que chegava a doer.

Precisava de um alívio — um alívio rápido, profundo, daqueles de anestesiar a mente — e sabia que não conseguiria isso do homem com quem me casei. Paulo Família Gravano não me tocava desde a nossa noite de núpcias. Nem uma única vez.

Dois anos de olhares frios, beijos educados na testa e boas-noites distantes.

Então, que ele se foda.

No segundo em que a água quente bateu na minha pele, deixei o fingimento de lado. Não ia perder tempo fingindo aproveitar o vapor ou o aroma do meu sabonete líquido de baunilha absurdamente caro. Meus dedos já estavam entre minhas coxas, afastando os lábios da minha intimidade, procurando o ponto exato que sempre me fazia estremecer.

Apoiei as costas contra a parede de mármore do banheiro, com a cabeça inclinada para trás e a boca já entreaberta em um suspiro. Meus mamilos enrijceram no instante em que passei a palma da mão por um dos seios, beliscando a ponta enquanto a outra mão trabalhava mais abaixo. Minhas coxas se contraíram e soltei um gemido baixo, lento e contido. Não queria fazer barulho. Ainda não.

Tentei, como sempre fazia, imaginar o Paulo Família Gravano.

Ser uma boa esposa.

Fingir que era ele quem me fazia sentir daquele jeito.

Imaginei-o entrando, vendo-me nua e reluzente sob a água. Soltando a gravata, sussurrando meu nome como se não conseguisse mais se conter. Isso deveria ter feito meus dedos se moverem mais rápido.

Mas não fez.

Nunca fazia.

Meu corpo era esperto demais para cair nessa.

No segundo em que vi o rosto dele na minha mente, meu clitóris adormeceu. Como se meu cérebro simplesmente o desligasse. Frio. Sem reação. Exatamente como ele.

— Porra — resmunguei frustrada, fechando os olhos com mais força.

Não. Ele não.

Não era isso que funcionava.

Sempre era outra pessoa.

Sempre era ele.

Domênico.

Meu sogro.

Deus me ajude, o único homem que já me fez sentir desejada.

Meus dedos aceleraram o passo instantaneamente. Meu corpo se acendeu. A diferença era gritante, como a água e o vinho. Imaginei-o — o imponente, intimidador, pecaminosamente sexy e assustador Domênico — parado na porta, com o terno encharcado pelo vapor, o cabelo gotejando e o maxilar cerrado enquanto me olhava como se fosse me punir por ousar me tocar.

— Porra! Hmmm...

Gemi mais alto, arqueando as costas sob a água, com os dedos dos pés se contraindo.

Os olhos dele. Duas órbitas negras e frias que nunca se desviavam quando eu falava. A forma como seu olhar descia pelo meu corpo, como se pudesse ver através das minhas roupas, mesmo quando eu não vestia nada além do sobrenome do filho dele. A maneira como ele preenchia o ambiente: silencioso, perigoso, dominador.

Apertei meu seio com mais força. Esfreguei mais rápido.

Imaginei-o me prensando contra o vidro, sem dizer uma palavra. Apenas tirando o cinto devagar enquanto eu arquejava, necessitada e encharcada, tremendo por ele como uma vadiazinha boba.

Como aquelas vadias que ele sempre trazia para o seu prédio todas as noites.

Eu odeio aquelas desgraçadas.

Odiava tanto aquelas vadias.

— Porra! Não para, papai!

Minha buceta ficava muito mais molhada chamando meu sogro de "papai" do que jamais ficou quando disse "sim" para o filho dele.

E a parte mais doentia? Eu não parei de me tocar.

Continuei esfregando meu clitóris sujo com dois dedos, gemendo "papai" no chuveiro exatamente como sempre fazia enquanto meu marido roncava ao meu lado como um pedaço de carne inútil.

Domênico Família Gravano — o pai dele, a porra do meu sogro — é o único homem que já fez minha buceta latejar só de entrar em um cômodo.

Choraminguei e mordi o lábio enquanto meu corpo se contraía cada vez mais.

Imaginei a voz dele atrás de mim, grave e perigosamente suave, sussurrando: "Continue gemendo para o papai, princesinha. Você sabe que quer. Não se contenha. Solte para mim."

E eu soltei.

Tive um orgasmo intenso, arquejando no eco do chuveiro enquanto minhas pernas fraquejavam e o prazer me dilacerava. Algo que meu marido jamais conseguiria fazer.

Minhas coxas tremeram. Meus dedos congelaram. Minha boca se abriu em um grito desesperado que mal conseguiu sair: — Papai...

Meu coração martelava no peito. Meu corpo inteiro pulsava, e fiquei ali, encostada nos azulejos, com a água escorrendo por mim como o próprio pecado.

Exatamente como vinha acontecendo desde que me mudei para a casa do meu marido, a imagem de Domênico tinha o poder de me fazer gozar daquele jeito tão intenso. Sempre a mesma coisa.

Não importava o quanto fosse errado.

Não importava que ele fosse o pai de Paulo Família Gravano.

Ele me fazia sentir viva. Mesmo que fosse apenas na minha cabeça.

— Até quando isso vai continuar? — funguei, abraçando as pernas contra o peito, com o rosto enterrado nas coxas. — Isso não está certo. O Domênico não pode saber disso.

Merda. Nem o Paulo Família Gravano podia sonhar com isso.

— Ele me mataria — suspirei contra minhas coxas.

Por fim, a água começou a esfriar. Desliguei o registro e saí devagar, com as pernas ainda trêmulas. Minha pele brilhava, rosada e úmida. Enrolei-me na toalha branca e macia, sem me dar ao trabalho de me secar por completo. Não queria.

Olhei meu reflexo no espelho. Meus lábios estavam vermelhos. O cabelo úmido e desalinhado. Os olhos, selvagens.

Eu parecia uma mulher que precisava ser fodida. Desesperadamente.

Caminhei até o quarto, com a toalha presa nos quadris, e olhei para o relógio. Paulo Família Gravano chegaria logo. Ele havia mandado mensagem mais cedo dizendo que estaria de volta antes do jantar. Eu não ia me vestir. Não. Tive uma ideia melhor.

— É bom você fazer a sua parte hoje, Paulo Família Gravano, ou eu juro... — Minha voz sumiu em um suspiro trêmulo. Juro o quê? O que eu poderia fazer?

Nada!

Derrubei a toalha, deixando-a cair sobre a cama.

Depois, puxei os lençóis e comecei a arrumar o quarto para que parecesse aconchegante e convidativo na medida certa. Queria que tivesse o cheiro dele.

Queria imaginar como seria se ele entrasse — molhado da chuva, com as roupas coladas ao corpo — e realmente me olhasse como um homem sedento por sua esposa.

— Por que ele nem sequer me toca? — esbravejei, puxando os travesseiros. — Não é como se eu não fosse bonita ou sexy o suficiente, porque... — Deixei a frase no ar com um sorrisinho. — Eu juro que sou. Já peguei o Domênico me encarando algumas vezes.

Eu me lembrava de como ele limpava a garganta e desviava o olhar toda vez que eu o pegava me encarando. Eu sempre franzia a testa e olhava para o outro lado.

Não porque eu não gostasse de ser devorada por aquele olhar de fome; eu só não queria que ele percebesse que, na verdade, eu fantasiava com ele há dois anos.

Peguei uma das camisas de Paulo Família Gravano no cesto de roupa suja, daquelas que ele nunca mandava para a lavanderia no prazo. Tinha o cheiro dele. Um toque leve de suor, colônia e um vestígio de uísque.

Levei o tecido ao nariz e respirei fundo, deixando meus olhos se fecharem devagar.

— Eu quero tanto que você me foda, Paulo Família Gravano. Por que você não me fode?

Com o rosto ainda enfiado na camisa, tentei imaginar os dedos de Paulo Família Gravano no meu corpo, me tocando por inteira. Sentindo o cheiro dele.

Não me excitava. Não da forma como Domênico fazia. Mas ajudava a construir a fantasia.

Fiquei sentada na cama por um momento, nua, pensando. Depois me levantei, decidida.

Se Paulo Família Gravano não vinha até mim, eu esperaria por ele onde ele não pudesse me ignorar.

— Onde ele não tenha outra escolha senão notar o quanto posso ser ainda mais sexy sem roupa nenhuma — murmurei, sorrindo sozinha.

Saí do quarto e fui para a sala, com a toalha na mão e o corpo ainda brilhando de água. Desta vez, não me cobri. Joguei a toalha no sofá e me sentei bem em frente à porta de entrada — com as pernas bem abertas, o peito nu e o cabelo ainda molhado.

Ainda chovia. Eu ouvia o barulho da água batendo nas janelas. Do lado de fora, o mundo parecia escuro, pesado e lento.

Mas dentro de mim?

Eu estava em chamas.

Meus mamilos estavam rígidos por causa do ar frio. Minhas coxas continuavam pegajosas com a lembrança do que eu tinha feito no chuveiro. Eu não me importava. Queria que Paulo Família Gravano entrasse e me visse daquele jeito. Queria chocá-lo. Arrancar uma reação.

Ele diria alguma coisa? Ficaria encarando? Será que finalmente me pegaria no colo, me jogaria sobre o ombro para me levar para o andar de cima, me atiraria na cama e faria o que deveria ter feito desde a nossa noite de núpcias?

Eu já conseguia ouvir o barulho do carro dele se aproximando.

Meu coração batia feito louco contra o peito.

Recostei-me no sofá, apoiando um braço no encosto e deixando o outro cair displicentemente entre minhas pernas, como se não me importasse de ser vista nua.

Cansei de esperar.

A maçaneta girou.

Sorri para mim mesma.

Ótimo.

Finalmente está acontecendo.

Que ele entre e veja o que está perdendo.

A porta se abriu.

Endireitei o corpo, estufando o peito, com o coração flutuando na garganta.

Mas no segundo em que meus olhos bateram no homem na entrada, meu estômago se contorceu — e não foi de decepção.

Foi algo diferente. Algo muito mais quente.

Porque não era Paulo Família Gravano. Era Domênico. O pai dele.

Meu sogro deu um passo para dentro e bateu a porta atrás de si. Ele estava encharcado. A chuva escorria pelo seu casaco, a camisa social preta colava em seu peito rígido como uma segunda pele, e sua mandíbula estava travada de tensão.

Ele parecia furioso.

E estava olhando diretamente para mim.

Minha respiração travou.

Eu estava nua.

Total e completamente exposta.

E os olhos dele não se moviam.

Valoraciones y reseñas

Los más gustados
Nuevo

También te podría gustar